Sped e eSocial calibrados criam empregos

 

spedO Brasil está parado na contramão do mundo. Temos excesso de desempregados, tributação,burocracia e controles do governo. Principalmente originado em Brasília. Empregos formais no Brasil são poucos, e decrescentes.  

Temos poucas pessoas trabalhando no mercado formal. Temos só 38,3 milhões de indivíduos empregados registrados com carteira de trabalho para 209 milhões de brasileiros.

Segundo o IBGE há 149,1 milhões de pessoas acima de 19 anos e abaixo de 65 anos. 39,5 milhões de pessoas estão no mercado informal, livres de todos os encargos.

Temos 65,6 milhões de pessoas aptas que não trabalham nem procuram empregos. Aqui estão incluídos todos os desempregados pela ausência de empregos, recebedores de bolsas famílias, indígenas confinados em reservas, e outros, assistidos ou não, em condições assemelhadas.

Boa parcela dos profissionais de contabilidade dedicam cada vez mais   tempo e esforços para atender todas exigências da Secretaria da Receita Federal (SRF) ligadas a tributos– SPED e agora, mais recentemente, de  pessoal –eSocial. Os patrões dos profissionais de contabilidade recebem menos atenções do que seria desejável e necessário.

A SRF em Brasília exerce hoje  a função de Big Brother Brasil (BBB),  acompanhando e monitorando todas as informações de tudo que acontece nas entidades e indivíduos da economia formal.

Todas as exigências de centralização de prestação de contas tempestivas para a SRF foram introduzidas sem discussão, revisão e aprovação apropriadas pelo Congresso Nacional.

Recentemente a SRF instituiu a obrigação de compartilhando tempestivo eletrônico de todos os informes ligadas as exigências trabalhistas, de segurança e saúde.

Dentro em breve 10 milhões de entidades e todos indivíduos trabalhando no mercado formal estarão compartilhando tudo com a SRF.

Inclusive envios de folhas de pagamento mensais, contratações, desligamentos, horas extras individualizadas, banco de horas, registro de ponto, aumentos salariais, férias, exames médicos periódicos, acidentes, etc.

Nos países onde há mais desenvolvimento, emprego, atividades empresariais, e perspectivas de crescimento continuado, as exigências do eSocial aqui monitoradas pelo BBB da RFB, são menores, racionais. e usualmente, se existentes, descentralizados para comunidades, municípios e estados.

Os contadores tem despendido mais tempo na geração das obrigações fiscais e trabalhistas do que na análise das informações e eventos propriamente ditos para a administração.

O resultado é muito esforço em atividades que não geram valor para as empresas, criando custos que dificilmente são repassados aos clientes externos e públicos alvos internos.

Há também aumento de riscos e de autuações (com multas elevadíssimas) em função do descumprimento de requisitos regulamentares exigidos no preenchimento das inúmeras obrigações exigidas tempestivamente pela SRF e assemelhados.

O governo atual mostra interesse em simplificar esse ambiente burocrático fiscal. Já se fala em reavaliar o eSocial e até mesmo o Bloco K (controle de estoques e de produção detalhado), bem como eliminação de algumas obrigações fiscais que possuem conteúdo semelhante (Ex.: EFD-ICMS/IPI e GIA's estaduais).

Há uma boa sinalização nesse sentido, e iniciativas como essas devem de fato ser incentivadas para melhoria do ambiente empresarial no Brasil.

O aumento de burocracia,  complexidades de novas exigências da SRF (no passado  as exigências do eSocial já existiam, mas eram substancialmente ignoradas e descumpridas pelas pequenas e médias empresas) está refletindo no aumento continuado de desemprego e informalidade.

Ninguém dentro e fora do Brasil gosta de invasão do seu íntimo empresarial e pessoal, via programas SPED e eSocial. É urgente fazer calibragem, simplificações e reduções de exigências pelo governo.

Sem envolvimento forte dos políticos, das lideranças das entidades de classe empresariais, de empregados, profissionais  e sindicais, todos interessados em promover simplificação e calibragem do SPED e do eSocial, o pior vai acontecer. Nada!

Por Charles Holland - Contador, empresário, conselheiro independente de empresas, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (ANEFAC)

Fonte: DC

A desburocratização como promessa eleitoral

 

burocracia papelOs anos eleitorais são especialmente importantes para o tema da desburocratização, considerando a perspectiva de sua inclusão cada vez mais representativa nos debates e nos compromissos assumidos pelos eleitos.

Pode-se dizer que em 2018 os desafios para a simplificação da vida do brasileiro atingiram o auge de sua relevância. De fato, independentemente do posicionamento ideológico, todos os candidatos à presidência trataram do tema – específica ou genericamente – no seu plano de governo, assim como tivemos número expressivo de parlamentares eleitos com plataformas centradas em críticas à burocracia e na necessidade de melhorar o ambiente de negócios e a vida das pessoas.

Em eleições marcadas por anseios de mudança contra o sistema político tradicional e a corrupção, que mostraram brasileiros cansados do “mais do mesmo”, isso pode ser perfeitamente entendido.

É que o desgaste ocasionado ao eleitor pela falta de empenho em reduzir a burocracia, aqui entendido como ausência de determinação política (do poder) de combater efetivamente as mazelas que dificultam a vida dos cidadãos – enfrentando de verdade a resistência de corporações e interesses econômicos plantados no status quo – chegou ao seu limite.

Leis e decretos não mudam a realidade por si mesmos, ter a regra não basta sem vontade política de fazer com que ela seja cumprida.

Como lembra Daniel Bogéa, desde o regime militar, o único presidente que não expediu decreto sobre a desburocratização foi Itamar Franco (Desburocratização e Cidadania: Um Projeto de Revitalização Democrática), o que não resultou na consolidação de uma agenda permanente, como o Simplex em Portugal, país que está a anos-luz do nosso estágio, apesar de sua tradição cartorial que como a nossa sempre foi usada como desculpa para fazer pouco, fazer lentamente ou fazer nada.

Afora avanços pontuais representativos, não há entregas estruturais que o brasileiro quer e precisa. No fim das contas, o combate à irracionalidade vive de espasmos de voluntarismo dessa ou daquela liderança técnica ou política sem garantia de continuidade.

Em tempos de mudanças tecnológicas cada vez mais rápidas, ainda convivemos com uma luta de anos para transformar propostas em regras e outros muitos para implantação e cumprimento delas, com constante resistência ativa e passiva dentro e fora do Estado.

Estamos há 40 anos para acabar com exigência de reconhecimento de firma. Nos últimos dois anos, foram aprovadas duas leis para tratar novamente disso: a Lei 13.460, de 2017, e a Lei 13.726, de 2018. O argumento para as novas leis é a necessidade de vincular todos os poderes e estados e municípios, mas alguém duvida que podemos estar no curso de outras décadas até cumprir essa medida?

Além disso, continuamos vendo agendamentos eletrônicos de atendimento, que deveriam servir para melhorar a qualidade e a satisfação do usuário do serviço público, prestando-se somente a transformar a fila física em fila virtual, desmaterializando o escândalo do pouco caso com o cidadão. Servindo para “organizar” a barafunda e tirar a pressão presencial pela solução dos problemas do cidadão, no mais das vezes ligados a ter acesso a recursos para o fundamental direito ao alimento e a demais bens da vida.

E os jornais não cansam de jogar luz a cada dia sobre novos e impensáveis escândalos da burocracia insana: hoje são quilombolas obrigados injustificadamente a tentar conseguir licença para suas roças de subsistência, missão dificílima ou quase impossível; ontem foram produtores agrícolas desesperados por lavouras destruídas tendo que “solicitar” autorização para controle e manejo de javalis; anteontem, a denúncia de que estamos apenas substituindo a burocracia física pela digital com a proliferação de documentos eletrônicos de identificação do cidadão, federais e estaduais, e de aplicativos para serviços de reduzido uso, tudo de forma a multiplicar custos para o cidadão e o Estado.

Há muita resistência. É, como se diz atualmente, um ecossistema de interesses nefastos que trabalha contra a modernização e a racionalização porque elas desmontam esquemas de poder e de corrupção que se alimentam de dificuldades e de favores.

O eleitor, digo o cidadão, não aguenta mais esperar por uma solução consistente, por um caminho que signifique a mais rasa e simples racionalidade: o cidadão é um só e assim deve ser tratado pelo Estado, queiram ou não os donos de bancos de dados, de sinecuras e quejandos.

Com a sociedade mobilizada e agora cobrando o preço da inércia das lideranças políticas nas urnas, ao que parece temos um ambiente mais propício para avançar no essencial e no necessário: fazer da desburocratização uma agenda permanente e prioritária.

Os sinais dados pelos brasileiros no sentido da renovação política são um alerta para a necessidade de dar os saltos exigidos para acabar com situações que não são somente vergonhosas para uma das maiores economias do mundo, mas também são obscenas na sua pior acepção. Não precisamos mais de diagnósticos e de regras, mas sim de ação.

Por José Constantino de Bastos Júnior
Advogado e ex-secretário nacional de racionalização e simplificação

Fonte: DC 

 

O peso da carga tributária no país

 

Peso da carga tributária 1 38mp20t17czb6tcvoygr9cA economia brasileira está em constante debate na mídia, nas rodas empresariais e no dia a dia dos cidadãos. Diante de um Produto Interno Bruto (PIB) aquém do esperado e de consecutivos déficits nas contas da União, é necessário que o governo realize adequações nas políticas públicas para reequilibrar as finanças, incentivar os empresários e recolocar o país na trilha do desenvolvimento.

Problemas como a burocracia, a falta de infraestrutura e a elevada carga tributária colocam o Brasil atrás de muitas outras nações, inclusive da América Latina, quando o assunto é desenvolvimento. Dentre esses temas, a alta dos impostos requer mudanças rápidas, pois dificulta a estabilidade e ampliação dos negócios. Como resultado, vemos empresas fechando as portas ou optando por investir em outros lugares.

A carga tributária cobrada no Brasil, país considerado emergente, é equivalente à de nações desenvolvidas. Mesmo assim, os impostos cobrados têm crescido há décadas, sendo um argumento de diferentes governos para tentar estancar o rombo das contas públicas. Entretanto, os resultados obtidos não condizem com a arrecadação.

Atualmente, o país ocupa o 14º lugar do ranking de maiores cargas tributárias do mundo, conforme os indicadores divulgados pelo ICDE/IBGE, em 2017. Os impostos cobrados equivalem a 32% do PIB. Para se ter uma noção do quanto é abusivo, no desenvolvido Reino Unido, sexta maior economia mundial, o índice é de 32,5%. Além disso, o Brasil ocupa a pior posição, entre as 30 nações analisadas, quanto ao retorno dos tributos em favor do bem-estar social.

Minas Gerais, reconhecida pelo potencial turístico e diversidade cultural, seja na gastronomia ou mesmo na arquitetura deixada pelo Ciclo do Ouro, está entre os Estados mais penalizados com essa demasiada cobrança. Temos uma das mais altas alíquotas de ICMS do país, se analisarmos insumos como combustíveis e energia.

O setor de comércio, serviços e turismo sente ainda mais o peso das altas alíquotas, por ser a ponte entre os setores produtivos e o consumidor final. Por isso, é imprescindível que os governos estadual e federal reduzam os impostos, permitindo que a economia do Estado volte a crescer de forma satisfatória, gerando emprego e renda.

As altas cobranças impactam ainda mais as micros e pequenas empresas, que, em alguns casos, precisam desmantelar patrimônios para saldar dívidas, quando não acabam encerrando as suas atividades. Esse cenário só agrava o desemprego e a estagnação da economia.

Diante desse panorama, é preciso consolidar o quanto antes a Reforma Tributária, que vem sendo discutida há anos. Se conseguirmos diminuir o peso dos impostos, teremos um ambiente mais favorável para o empresariado, assim ele terá mais dinheiro para investir e ampliar os negócios, favorecendo a abertura de novos postos de trabalho. Com emprego, haverá mais consumidores com poder de compra e capacidade de movimentar o comércio.

Claro que não devemos nos ater somente à redução de impostos. Também é preciso desburocratizar o ambiente de negócios, simplificar a abertura de novos estabelecimentos e estimular a atração de investimentos para, assim, termos mais competitividade e desenvolvermos o setor terciário mineiro. Neste momento, o empresário é um herói por sobreviver a esse mercado. Entretanto, ele precisa de boas condições para se estabelecer e contribuir para o crescimento do nosso país. Precisamos dessas mudanças, pois o mercado exige reinvenções!

Lúcio Emílio de Faria Junior – presidente da Fecomércio MG

Fonte: Fecomércio-MG

 

Você está ignorando aquilo em que seus clientes prestam atenção?

 

Você está ignorando aquilo que clientes prestam atenção automacao comercial blumenauA maioria dos varejistas gastam muito tempo tornando suas lojas visualmente atraentes. Se seu estilo de merchandising projeta uma imagem de luxo, prestígio ou um festival de pechinchas, sem dúvida você está tentando atrair clientes.

Às vezes, porém, acabam sendo negligenciadas algumas áreas, não consideradas de exposição, mas que são claramente visíveis para os clientes. Infelizmente, há momentos em que estas áreas de “exposição não intencional” podem passar ao seu cliente uma impressão positiva, ou muito negativa.

Vamos começar com o caixa. Esta talvez seja a área mais importante, devido à quantidade de tempo que o cliente permanece de pé no balcão. Eles têm pouca coisa para fazer senão prestar atenção em todos os detalhes por trás do balcão. Na verdade, muitas vezes é impossível não reparar neles e interpretá-los.

Um cliente relatou ter notado um cartaz com a palavra "SORRIA" como um acrônimo, claramente com o objetivo de inspirar os vendedores enquanto eles concluíam o processo da venda. Era um lembrete de todos os bons elementos de um serviço ao cliente que deveriam ser cumpridos. O cliente na verdade não tinha ainda pensado se estava satisfeito ou não com o atendimento da loja até que notou o cartaz e se deu conta de que seu vendedor não estava fazendo nenhum dos procedimentos sugeridos. Ele nem sequer estava sorrindo!

É uma ótima ideia se colocar no lugar do cliente e dar uma volta pela loja todos os dias. Qualquer coisa que não tenha sido pensada aos olhos do consumidor deve estar fora de sua vista.

Essa é uma coisa simples, que você pode fazer para garantir que nada prejudique a grande experiência do seu cliente em sua loja.

Autor: Harry J. Friedman, fundador do The Friedman Group

 

Fonte: friedman.com.br

 

Desenvolver ou não? Eis a questão

 

Desenvolver ou não Eis a questão 696x557Imagine um automóvel exposto em uma loja. Parece fácil imaginar algo assim, mas será que é tão simples pensarmos no tamanho do investimento necessário para que este veículo chegasse à loja? Talvez não.

Seu exterior brilha, os bancos parecem altamente confortáveis, os itens de série são surpreendentes e você sente um imenso desejo de desfrutar de tudo que aquele carro pode oferecer.

Parece fácil imaginar algo assim, mas será que é tão simples pensarmos no tamanho do investimento necessário para que este veículo chegasse à loja? Talvez não.

Agora, o que aconteceria se todo este investimento fosse em vão pelo simples fato de não haver nenhum condutor para guiar este automóvel? O quanto teria sido válido investir em algo que simplesmente não tem ninguém para utilizar?

Quando pensamos na questão de desenvolvimento de pessoas, temos uma situação muito parecida.

Em algum momento, alguém, talvez até você mesmo, idealizou a empresa na qual você atua hoje e, com certeza, o investimento foi muito além do financeiro.

Não apenas o tempo, mas a dedicação para pesquisar, planejar, estruturar e construir o negócio visando um ou alguns objetivos, como obter o reconhecimento do mercado e ser a melhor empresa em seu segmento de atuação, certamente também fizeram parte deste montante.

Sendo assim, de que valeu tamanho empenho em criar um negócio se o mais importante está lá, mas sem nenhuma oportunidade de desenvolver e aprimorar suas habilidades constantemente com o objetivo maior de gerar resultados consistentes?

Eis o que acontece quando uma empresa não investe no que possui de mais importante: o seu capital humano.

Nestes casos, a tendência natural é de que os profissionais fiquem cada vez mais desmotivados e saturados, enquanto demandas e a cobrança por resultados aumentam, os prazos diminuem e a produtividade é colocada em risco.

Por isso, o desenvolvimento da sua equipe é um dos bens mais preciosos que você pode oferecer a você e ao time com o qual atua diariamente.

Talvez você ainda não tenha se dado conta, mas mesmo neste momento em que parece que a tecnologia assume cada vez mais um papel de protagonista nos negócios, as pessoas ainda são e continuarão sendo o principal diferencial competitivo de qualquer empresa.

Agora vamos voltar ao exemplo do carro.

Se você não tiver um condutor para aquele veículo, ele poderá ficar estagnado na loja por muito tempo. O mesmo ocorre com o desenvolvimento da equipe.

Se não há investimento no desenvolvimento do time, naturalmente as habilidades, as oportunidades de aprimoramento e a inovação da própria empresa são colocadas em risco.

Agora imagine o contrário. Se o automóvel possui um condutor, ele será uma fonte de oportunidades em diversos momentos.

Acredite. Investir no desenvolvimento das pessoas é investir também no desenvolvimento da empresa.

Profissionais treinados sabem o que fazer, como fazer e quando fazer, ou seja, são engajados para trabalhar de maneira mais assertiva, conseguem otimizar seu tempo e entregar mais.

Por isso, quando surgir a dúvida entre desenvolver ou não as pessoas, lembre-se que a equipe é o primeiro cliente da empresa e, quando a equipe “compra o negócio”, todos trabalham com a plena consciência de que são partes fundamentais para a conquista dos objetivos da organização.

Em uma recente entrevista, o CEO da empresa americana de aviação Southwest Airlines, Herb Kelleher, que assumiu a empresa em 1972 com três aviões e 18 voos por dia, revelou que só conseguiu chegar a atual marca de mais de 500 aeronaves e 3.000 voos diários em todo o mundo devido ao fato de que a sua maior preocupação ao longo deste período foi a preparação e o desenvolvimento de sua equipe.

Para o empresário, não há nada mais importante que conseguir aliar os objetivos organizacionais aos individuais, proporcionando uma atmosfera favorável ao desenvolvimento das pessoas e da companhia.

Em um dos trechos da entrevista Kelleher diz: “Em minha humilde opinião, o que tratamos de criar foi uma empresa na qual as pessoas sorriem porque querem, não porque devem”.

Apesar disso, na contramão das iniciativas do empresário, ainda é comum vermos empresas que se atentam apenas ao resultado financeiro mês a mês, sem qualquer preocupação com uma gestão pautada em aspectos como clima, eficiência e melhoria contínua.

Nestes casos, certamente, a ideia é que as ações de desenvolvimento são ineficazes. Porém, você pode ter certeza que o problema não está na ação de desenvolvimento em si, mas na cultura destas empresas que não entendem o desenvolvimento como investimento, bem como não incentivam suas equipes a implantar os novos conceitos e muito menos cobram o devido retorno.

Para estas, valem dois pontos de atenção. Treinamentos não fazem milagres e a gestão de um negócio vai além da busca incessante por lucro, pois este deve ser o resultado natural quando se atua com foco em maximizar a capacidade produtiva.

Portanto, pense em como você enxerga a preparação e qualificação de seus profissionais.

Veja quais são as empresas líderes de mercado e como a questão do desenvolvimento de seu capital humano é encarado por elas.

Feito isso, agora responda: para você o desenvolvimento de equipes é uma despesa ou um investimento?

Pense nisso!

Rodrigo Anunciato: Gerente de conteúdo da GS&Friedman

Fonte: Mercado&consumo

 

4 dicas simples para conquistar clientes

 

fidelizar clientesQuem tem negócios físicos e até mesmo faz vendas a domicilio, sabe o quão difícil pode ser um atendimento ao cliente de qualidade.

Mas acredite, é mais simples do que imaginamos. Para encantar o cliente é necessário algumas atitudes que muitas vezes esquecemos pensando em algo mais complicado.

Confira abaixo quatro passos fáceis sugeridos pela CEO do Grupo Cetro, Luzia Costa, para você seguir no dia a dia e ter um atendimento de qualidade conquistando seus clientes:

 

1. A primeira impressão é que fica!

Essa expressão faz todo sentido quando estamos falando de atendimento ao cliente. É necessário fazer uma excelente recepção. Por isso, é ideal que a pessoa que estiver fazendo a venda, seja você ou seu colaborador, tenha uma boa aparência, seja roupa, cabelo arrumado, unhas limpas, maquiagem, entre outros detalhes que fazem a diferença na apresentação.

 

2. Invista sempre em treinamentos e capacitação

Você vende conhecimento agregado ao seu produto e/ou serviço. Por isso, faça treinamentos e inove. Capacitação é essencial para estar bem informado e conseguir engajar seu cliente. Além disso, treine sobre seus produtos, quando você conhece a fundo o seu produto, você passa mais confiança e mostra que entende do que faz. Isso é cativante para qualquer consumidor!

 

3. Divulgue seu negócio

Parece algo simples, mas muitas pessoas acabam deixando passar batido, a divulgação, a propaganda do seu negócio. Redes sociais, site, panfletos são algumas ferramentas baratas que podem atrair novos clientes e mostrar para quem já é consumidor, a importância do seu negócio. Além disso, nada melhor que o cliente conhecer seu negócio antes de comprar, por isso, deixe ter a experiência de conhecer seu produto/serviço.

 

4. Demonstre gratidão na preferência

Além da qualidade do seu atendimento, serviço ou produto, agradecer seu cliente pela preferência também faz toda a diferença. Seja pessoalmente ou por uma mensagem pós atendimento, você deixará uma ótima impressão e com certeza será lembrado.

 

Fonte: Varejista.com

 

MAKRO ATACADISTA: resta o luto do município

Frank Sinatra*

 

Aconteceu, mais uma vez, a morte de uma empresa! Um dos motivos que mais pesaram neste fato foi o mesmo que acontece diariamente com muitas empresas que começam com um grande potencial e vão atrofiando. A alta carga tributária misturada com as incertezas do mercado e a falta de um ritmo mais vigoroso de recuperação da economia que torna qualquer negócio insustentável à medida que as reservas empresariais se acabam, levam as empresas  ao fim. Assim, inicia-se 2019, com o município de Contagem em luto pelo encerramento das atividades da Makro que há 47 anos está no mercado brasileiro gerando emprego e renda.

Lógico que não estou excluindo tantas outras que estiveram presentes no município, mas evidenciando uma de grande peso que tanto contribuiu para a sustentabilidade econômica em meio a processos de crises e de tantas intempéries ocasionadas pelas flutuações econômicas.

Até quando vamos continuar tentando sobreviver em um mercado que luta para permanecer em modelos tributários antigos e que são altamente corrosivos? São tantos impostos e obrigações que a dominância caótica do processo impede o alcance da virtuosidade dos negócios.

A Makro Atacadista, que tanto contribuiu com o município, como várias outras empresas, marcou a sua importância pela geração de emprego e renda. Quantas vezes ela suportou e  teve que se reinventar nestes 47 anos? Quantas vezes suas estratégias foram revisadas e tiveram que ser adaptadas ao momento atual? Contudo, chega uma hora que não dá mais. E é isso que venho colocando para todos há muito tempo. Nós, comerciantes, que temos a força e a vontade de construir um município melhor, um estado melhor e um país melhor, sofremos por manter esta esperança. Não tem mais como ir para frente! Agora, chamo a todos para refletir: se uma empresa de grande porte, que tem estrutura, está fechando lojas, imagina as micro e pequenas empresas? Nesse mesmo momento de reflexão, há de se pensar também o tempo que a Makro Atacadista levou para se instalar no Brasil e agora o tempo que a empresa leva para finalizar suas atividades em cada município que opera. Esse ponto chama atenção para a burocracia. Para que tanta burocracia se o resultado final é o desenvolvimento? Será que isso é uma medida protecionista ou limitadora?

Vale ainda pensar na geração de empregos. A Makro Atacadista gerava, somente no município de Contagem, cerca de 96 postos de trabalho. E agora? Como a economia vai girar com mais pessoas desempregadas? Temos que lembrar ainda que tem cerca de 13 milhões de pessoas nesta mesma situação. Deste jeito, não dá para crescer.

Desde criança, quando ensinavam para nós o Hino Nacional brasileiro, a parte que mais me marcou foi “Verás que um filho teu não foge à luta”. Diante disso, é certo manter esta estrutura dominada pelo caos para testar a força de seus filhos? Realmente, estou indignado pois não há uma imagem do Cruzeiro resplandecente que brilha no horizonte e no qual todos queremos alcançar.

Resta aos municípios, o luto de tantas empresas que morrem. Lutam e fracassam. Às vezes pela falta de gestão, às vezes pelo próprio ambiente de negócios que, ao invés de melhorar, sempre nos surpreende de maneira negativa.

Está na hora de acordar! Do que adianta fazer Refis se as empresas não têm condição de honrar com seus financiamentos? Querer crescer com tantos desempregados é um erro fatal. Até quando a carga tributária ficará nestes moldes que nem mesmo as estruturas de altas instâncias conseguem ter uma boa gestão financeira? Isso, meus amigos, é um desabafo de quem luta sempre e continua lutando.

Enfim, tirei este momento no qual a Makro Atacadista jogou a bandeira, não por vontade, mas por falta de incentivos e mudanças estruturais na dinâmica dos negócios, para tentar chamar a atenção ao que realmente importa. Vamos juntos construir algo novo. Temos muito o que fazer e mudar, mas será que há vontade?

A esperança é que os governos Estadual e Federal, consagrados nas urnas por suas propostas ousadas, as cumpram com a urgência que nossas empresas almejam.

 

*Presidente da CDL-Contagem, Presidente do Sindicato do Comércio de Contagem e Ibirité e Presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de Minas Gerais – FCDL-MG

 

FONTE: DIÁRIO DO COMÉRCIO

Por Correio

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  • Ato constitutivo, devidamente registrado no órgão competente; ou Documentos da eleição de seus administradores, quando aplicável;
  • Comprovante de inscrição no CNPJ;
  • Documento de identificação válido (RG, RNE, CNH, Passaporte, ou outro) e CPF do(s) representante(s) legal(is) da empresa;

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Compre em Contagem, valorize sua cidade

 

Final do ano chegou e o variado comércio de Contagem já está preparado para o Natal, a principal data para o varejo brasileiro, oferecendo boas opções de presentes, bons preços e qualidade.  Entretanto, mesmo com toda a variedade de serviços oferecidos pelos nossos comerciantes, infelizmente, algumas pessoas preferem comprar em outras praças.

A CDL-Contagem acredita que este é um bom momento para lembrar o quanto a valorização do comércio local é importante para fomentar a economia na nossa cidade. O ato de consumir no comércio local gera um ciclo positivo do dinheiro sempre circulando dentro do município. Ao comprar em outras cidades, deixamos de gerar empregos e investimentos em diversas áreas.

Quanto mais a população valoriza o comércio de Contagem, comprando aqui, mais valor é agregado à economia do município pelo recolhimento de impostos, como Imposto Sobre Serviço (ISS) e Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS). Isso resulta em repasses à Prefeitura, que são incluídos no orçamento municipal para realização de obras e melhorias urbanas, como revitalização e construção de praças, pavimentação e abertura de ruas, entre outras melhorias. Aumenta também o investimento em Saúde e Educação, pois, de toda a receita gerada pela arrecadação de impostos, 15% é destinada para saúde de 25% para educação.

O desenvolvimento da nossa cidade passa por um comércio local forte, com geração de empregos e impostos para ser aplicados em benefícios para seus moradores. Comércio forte é garantia de qualidade de vida.

Quem ama Contagem, compra em Contagem!

FRANK SINATRA SANTOS CHAVES
Presidente da CDL-Contagem

 

Mensagem do presidente

Foto Frank lado

Comércio, uma atividade importante para todos


Meu caro lojista


O desenvolvimento econômico de nossas cidades está associado ao setor de comércio, elo essencial da cadeia produtiva da economia de qualquer nação. Somos nós, comerciantes, que fazemos a economia de nosso país girar, pois quanto mais vendemos, mais a indústria produz e mais emprego e renda são gerados. A força das micro e pequenas empresas é inegável.

A importância do comércio é verificada principalmente quando se observa como ele é determinante na composição do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é o somatório de toda a riqueza produzida por uma cidade, estado ou nação e seu principal medidor do crescimento econômico.

Para se ter uma ideia, de acordo com levantamentos realizados pelo Sebrae, em 2014 as micro e pequenas empresas respondiam por 53,4% do PIB , ou seja, fomos responsáveis por mais da metade de toda a riqueza produzida em nosso país.

Estou tendo esta conversa com você, amigo lojista, porque às vezes nos esquecemos do quanto nós, comerciantes, micro e pequenos empresários, somos importantes para a nossa cidade, para o nosso país. Temos que nos orgulhar muito, pois o comércio gera empregos, colabora significativamente com o PIB e, consequentemente, ajuda a fortalecer a economia. Nossa atividade é vital para a economia de uma nação.

Quando o comércio não vai bem, a economia também não. Então é muito preocupante vermos que uma quantidade assustadora de empresas estão fechando suas portas por não suportarem a elevada carga tributária, o excesso de encargos e os elevados juros bancários. A mortalidade de empresas significa menos emprego e menos renda.

Por tudo isso, meu amigo, temos que exigir que os próximos prefeitos e vereadores de nossas cidades deem uma atenção especial ao setor de comércio. Que tenham o compromisso com os lojistas na busca por políticas e ações que contribuam com o desenvolvimento do setor, essencial para o desenvolvimento de nossas cidades.


Um abraço

 

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